NEOLINGUAGEM

clique aqui para começar

CONCEITOS

SEXO: conjunto de características estruturais e funcionais. De forma geral, o sexo de uma pessoa é físico, biológico. Existem os perissexos, conhecidos como “masculino” e “feminino” (abordá-los dessa forma é nocivo, por ser cisnormativo, alternativas parar se referir a esses sistemas são "ovariano” e “testiculado”); e o espectro intersexo (que naturalmente desenvolve características sexuais fora da definição típica de sexo ovariano e do sexo testiculado).

NOTA: Além de usar “indivíduo ovariado” e “indivíduo testiculado” para maior inclusão, há a sugestão de usar os termos CPE (corpos predominantemente estrogenizados) e CPT (corpos predominantemente testosterinizados).

GÊNERO: não é definido por genitália/sistema reprodutor. Gênero é uma identidade, e pode ou não concordar com o gênero que foi atribuído/imposto à pessoa quando ela nasceu de acordo com seu sexo e características secundárias. Quando há essa concordância, a pessoa é CISGÊNERO (CIS), e, quando não há, a pessoa é TRANS*, podendo ser BINÁRIA ou NÃO-BINÁRIA.

BINÁRIE: Alguém é binárie quando é 100% um dos gêneros binários o tempo todo. No caso, a pessoa é homem ou mulher, podendo ser cis ou trans. Toda pessoa cis é binária, pois, na nossa sociedade, os gêneros atribuídos as pessoas ao nascimento são apenas os gêneros binários.

NOTA: Em algumas culturas, os gêneros atribuídos não se limitam a homem ou mulher, então nossos conceitos típicos de cis, trans e não-binárie não se aplicariam da mesma forma.

NÃO-BINÁRIE: Alguém não-binárie é uma pessoa que é de um gênero do espectro não-binário, que inclui todo gênero e toda identidade de gênero que não é exclusivamente 100% homem ou exclusivamente 100% mulher o tempo todo. Pessoas não-binárias podem se identificar parcialmente como homens/mulheres ou não, assim como podem ter o gênero estático, fluído ou fluxo, experienciar uma ausência total ou parcial de gênero, ter múltiplos gêneros, etc.

ALINHAMENTO DE GÊNERO: leia sobre aqui.

EXPRESSÃO DE GÊNERO: como alguém se expressa ou apresenta através dos conceitos típicos de gênero, pelo meio de vestuário, acessórios, aparência, formas de falar, linguagem corporal, e outros aspectos, além de linguagem pessoal ("linguagem de gênero"). Geralmente, a expressão de gênero de alguém é classificada entre "masculina", "feminina", "andrógina", "neutra" e "indiferenciada", e segue a associação social de gênero com objetos e comportamentos. A expressão ou performance de gênero não precisa necessariamente se alinhar à identidade de gênero, e não depende de orientação sexual, identidade de gênero e nem sexo. Algumas pessoas definem sua expressão usando como referência suas experiências pessoais com gênero, e não a norma social.

NÃO-CONFORMIDADE/NÃO-CONFORMISTA DE GÊNERO, GNC: (pessoa com) expressão de gênero que difere das normas de gênero, ou seja, que não concorda com o socialmente imposto e socialmente associado a indivíduos de determinado gênero.

LINGUAGEM PESSOAL ou "LINGUAGEM DE GÊNERO": parte da expressão de gênero, é formada pelas palavras que as pessoas estão confortáveis para se referir a si, e que geralmente estão associadas a determinado gênero. De forma geral são gramaticalmente compostas por artigo definido, artigo indefinido, de + artigo definido, pronome pessoal reto, de + pronome pessoal reto, pronome possessivo, pronome demonstrativo, final de palavra e substantivos por vezes associados a gênero (ex.: garota/o/e, menina/o/e, homem/mulher/não-binárie, etc).

CONJUNTO APF: modelo de linguagem considerando os aspectos linguísticos do português, descrito seguindo artigo, pronomes e flexão (também chamada de desinência, finalização, final de palavra), que, na teoria, seriam o suficiente para determinar o restante da linguagem de uma pessoa.
ARTIGO DEFINIDO: elemento que vem antes de um nome ou substantivo/adjetivo. Na linguagem padrão, são "o" e "a".
PRONOMES (PESSOAIS RETOS DA TERCEIRA PESSOA DO SINGULAR): palavras usadas para se referir a alguém ou algo sem repetir nomes ou denominações. Na linguagem padrão, seriam "ele" e "ela". Também podem ser comunicados no formato pronome pessoal/pronome possessivo (pronome/d-pronome), como "ele/dele" e "ela/dela".
FLEXÃO ou DESINÊNCIA: o final de toda palavra – substantivos e adjetivos – que denota um gênero. A língua padrão, de forma geral, impõe apenas duas flexões, " –o" e "–a".

NEOLINGUAGEM

A neolinguagem é uma proposta de criar e implementar uma alternativa linguística sem associação com gêneros para incluir todas as pessoas, de qualquer gênero, ao se referir a um grupo, assim como também incluir mais possibilidades e opções de linguagens pessoais de cada indivíduo.

Como uma estrutura geral, a neolinguagem permite eliminar estruturas sexistas, evitando o uso do "masculino neutro" no plural, assim, incluindo todas as pessoas, independente do gênero ou linguagem pessoal.

Já como função específica, com papel pessoal, as estruturas da neolinguagem permitem uma melhor expressividade daqueles que não de identificam com as estruturas binárias da língua, como os pronomes "ele" ou "ela", que são associados aos gêneros binários e denominados gramaticalmente como "masculino" e "feminino".


Geralmente, as pessoas que não se identificam com essas estruturas são pessoas do espectro não-binário, porque muitas dessas pessoas tem a expressão de gênero que não se enquadra nos padrões binários de gênero e não se sente confortável com palavras que são associadas a binariedade de gênero. Além disso, também existem pessoas binárias, tanto trans quanto cis, que experienciam uma não-conformidade de gênero, e que podem preferir usar a neolinguagem para se expressar melhor.

Além disso, a neolinguagem inclui a problemática que cerca pessoas intersexo, que nascem em uma sociedade que tem um padrão binário e nenhuma alternativa neutra/sem gênero para registrá-las quando bebês, de modo que imponham a elas determinado gênero que não reflete seu sexo, já que o espectro intersexo também foge da binariedade.

Bebês e crianças intersexo são forçadamente submetidas a atrocidades para enquadrá-las no padrão binário de gênero. Com uma estrutura sem gênero atribuido como a neolinguagem, nossa sociedade estaria melhor preparada para registrar esses bebês, assim como criar e incluir essas crianças.

Por esses motivos, a neolinguagem também é chamada de linguagem inclusiva.

"NEOLINGUAGEM", "LINGUAGEM NEUTRA", "LINGUAGEM NÃO-BINÁRIA", "LINGUAGEM DE GÊNERO NEUTRO": QUAL O CERTO?

As pessoas se referem a neolinguagem de diversas maneiras. Mas, afinal, estão todas corretas? Esses nomes são intercambiáveis? Significam todos a mesma coisa? Estão todos adequados?

Vamos analisar cada uma das denominações:

LINGUAGEM NEUTRA: uma das funções da neolinguagem, com o uso do conjunto neolinguístico padrão, é neutralizar frases e evitar o uso do "masculino neutro", uma estrutura sexista da língua que, querendo ou não, é excludente. Ao se referir a essa função específica da neolinguagem, pode-se utilizar tal nomenclatura, mas, de forma geral a neolinguagem como forma de linguagem pessoal não envolve apenas neutralização então não seria adequado se referir a todo o conjunto da neolinguagem dessa maneira.

LINGUAGEM NÃO-BINÁRIA: a neolinguagem não é exclusiva de pessoas não-binárias, tanto se referindo a sua função de neutralização de frases (que deve ser utilizada por todes, para substituir o "masculino neutro" do plural) quanto se referindo a sua função na linguagem pessoal de expressão de gênero de cada indivíduo (a chamada "linguagem de gênero"). Portanto, não faz sentido chamá-la de linguagem não-binária.

LINGUAGEM DE GÊNERO NEUTRO: essa alternativa, por mais que soe similar a "linguagem neutra", se refere a uma parte específica da não-binariedade: o espectro neutro de gênero. "Gênero neutro" é um gênero, uma identidade. É sempre nocivo associar linguagem a um gênero específico, já que qualquer pessoa de qualquer gênero pode utilizar da linguagem pessoal que preferir. Dessa forma, a neolinguagem não é exclusiva de pessoas de gênero-neutro, tanto se referindo a sua função de neutralização de frases quanto se referindo a sua função na linguagem pessoal de expressão de gênero de cada indivíduo. Portanto, não faz sentido chamá-la de linguagem de gênero-neutro, mesmo se esse termo seja usado para refirir ao mesmo sentido de "linguagem neutra".

NEOLINGUAGEM: neo (novo) + linguagem, a nova linguagem. Essa é a maneira mais correta de se referir às novas proposições, por não relacioná-las a gênero e não limitar suas funções, apenas caracterizá-la como um conjunto de proposições para uma linguagem atualizada e inclusiva.

O QUE SE CONFIGURA COMO NEOLINGUAGEM NA LÍNGUA PORTUGUESA?

O X e o @, ao contrário do que foi popularizado nos últimos anos, não são alternativas boas para a neolinguagem. Eles não são pronunciáveis, e podem atrapalhar pessoas com dificuldades de leitura (pessoas disléxicas, por exemplo), e não são reconhecidos em leitores de tela, o que atrapalha pessoas cegas e de baixa visão que dependem dessa ferramenta, além de não serem pronunciáveis, e, portanto, não funcionarem na oralidade. Utilizando X ou @ como padrão da neolinguagem, ela não é acessível, e, assim, não cumpre seu propósito.

Dessa forma, surgiu o que é chamado de neolinguagem padrão, o sistema E (ou sistema ELU), que consiste basicamente na neutralização de palavras com a desinência "-e" no lugar de "-o" ou "-a", e a neutralização dos pronomes ele/ela com "elu", um neopronome lido como pronome neutro.

Neopronome é todo pronome que foge da estrutura binária ele/ela, e, de forma geral (excluindo "elu"), não são associados com gênero de forma alguma, fugindo dos conceitos de masculino/feminino/neutro, mesmo que, por vezes, sejam chamados (erroneamente) de pronomes neutros.

Neopronomes ainda estão sendo criados, não há uma quantidade certa de neopronomes existentes, e qualquer um pode tentar estruturar um neopronome que melhor represente sua linguagem de expressão de gênero.

Além dos neopronomes, há, na neolinguagem, propostas para neoartigos e neodesinências (ou neoflexões/neofinalizações), assim como equivalentes neologísticos para outras formas de linguagem.

Na forma “oficial” da neolinguagem, o artigo seria “ê”, e, a desinência/marca de flexão, “-e”. Além destes, existem outras propostas para linguagens pessoais, assim como existem os outros neopronomes que não sejam “elu”.

NEOARTIGOS, NEOPRONOMES E NEODESINÊNCIAS:
conjuntos APF além do "ê/elu/-e"

Mesmo que o sistema E/Elu seja considerado o padrão da neolinguagem, há a necessidade de criar outras estruturas neologísticas que fogem dessa regra. Como estrutura para substituir o "masculino neutro" no plural e como conjunto neutro padrão a ser utilizado para aqueles que você desconhece a linguagem pessoal, esse sistema cumpre seu propósito, mas, como sistema de neolinguagem a ser utilizado para linguagem pessoal de um indivíduo, ter apenas o conjunto "ê/elu/-e" nem sempre será o suficiente, já que há pessoas que não se sentem confortáveis em utilizá-lo.

Dessa forma, outros elementos de conjuntos neolinguísticos continuam sendo criados, existindo portanto estruturas da neolinguagem que são informais e pessoais, e podem fugir da estrutura geral da neolinguagem aceita como padrão (não apenas o sistema E/Elu, mas no formato similar ao normativo da linguagem, de forma a ser melhor assimilado).

Entre essas, estão estruturas que não são criadas para a oralidade, ou seja, são usadas apenas na linguagem escrita, ou mesmo apenas na internet. Isso não faz dessas estruturas menos válidas, visto que elas são pensadas justamente para esse meio, na busca de maior conforto de indivíduos que preferem uma linguagem mais visual devido a sua relação com sua respectiva expressão de gênero, mas são, de fato, excludentes, pois por vezes não permitem a identificação por leitores de tela, além de fugir do formato "padrão" de pronomes, o que pode causar confusão e dificuldade, principalmente para neurodivergentes e PCDs.
Por isso, as pessoas que usam essas estruturas também apresentam um conjunto de linguagem alternativo, que funciona na oralidade e se encaixa no padrão aceito da neolinguagem, além de, por vezes, ter também sugestões de pronúncia para seus pronomes visuais, para quem tiver dificuldade de compreendê-los como algo exclusivamente textual.

Essas estruturas informais são apenas usadas em ambientes em que não atrapalham a compreensão e são acessíveis para todas as pessoas envolvidas, como grupos de amigos, comunidades fechadas, entre outros. Esse tipo de linguagem, por ser, de forma geral, inacessível, é apenas utilizado em contextos em que isso é possível sem maiores problemas.

Tendo tudo isso em mente, é possível entender o porquê da neolinguagem não estar limitada ao sistema Elu/E. As experiências de cada pessoa irão indicar qual tipo de linguagem pessoal funciona melhor com ela, e nem sempre ela irá se encaixar no que é considerado padrão. A neolinguagem não é apenas ê/elu/-e, e ela não deve ser resumida a ê/elu/-e quando se trata de linguagem pessoal e expressão de gênero.

Lembrando que nem sempre o conjunto de linguagem de alguém é "concordante"! Uma pessoa pode em um mesmo conjunto misturar diversos elementos, usando, por exemplo: o/elu/delae/-i, sendo que você diria "adoro o (nome), elu é lindi! o cabelo delae é fofo demais!"

ALGUNS exemplos de estruturas que fogem dessa norma são:

ARTIGOS:
el, i, le, ne, u, am, ba, be/bê/bé, bi, bo/bô/bó, ce, é, ea, ed, en, ex, ey, ez, fa, fe, fi, fo/fó/fô, fu, ie, il, lu, ni, ny, ó, ol, oy, si, ua, além da ausência de artigo

PRONOMES:
éli, elo/élo, ile, ilê, ilu, ilo, els, íli, ily, ély, ely, ale, ael, eil, elz/elze/élze, eld/elde/élde, elx/elix/elex, ilae, elae, el/él, além da ausência de pronome

DESINÊNCIAS:
-u, -ie, -ei, -el, -i, -am, -oa, -oe, -ae, -ea, -eo, -y, -ai, -ex, -ey, -el, além da ausência de finalização

Entre muitos outros. Existem pessoas que usam estruturas (apenas visuais, não pronunciáveis) baseadas em emoji como parte de sua linguagem pessoal, os conjuntos emojiself (exemplo: conjunto APF "🔥/el🔥/-🔥" ou "🔥/🔥/-🔥", em que o artigo, pronome e desinência são o emoji de fogo), pessoas que usam adaptações de neopronomes da lingua inglesa (exemplo: conjunto APF composto por artigos e desinências em português, mas pronomes como "kit/kitty" no lugar de “elu/delu”), etc.

A neolinguagem é incrivelmente diversa!

PRONOME NA BIO?

Se coloca pronome/APF na bio de redes sociais (e em seu nome em aplicativos de videoconferencias, na sua assinatura de email, no seu recado do whatsapp, falar na hora de se apresentar pra alguém, etc) para normalizar a prática de checarem os pronomes das pessoas antes de simplesmente assumirem qual são. Isso ajuda pessoas trans, principalmente pessoas trans binárias “”sem passabilidade””, GNC e pessoas não binárias de forma geral, além de usuários da neolinguagem como parte da sua linguagem pessoal.

Se você é cis, é melhor ainda você colocar, porque isso desmistifica a ideia de que só pessoas trans tem pronome/APF na bio e, normalizando essa ação, você colabora pra menos ataques a pessoas trans que tem seus pronomes/APF na bio.

Independente de você ter sua foto, seu nome e seu gênero indicados no perfil, você deve comunicar seus promomes/APF. Aparência, gênero e nomes não ditam pronomes, e reforçar que você pode muito bem adivinhar os pronomes e o restante da linguagem pessoal de alguém com base nisso é cisnormativo, ignorante e danoso. Qualquer pessoa pode usar qualquer pronome/APF.

Tem gente que se sente confortável com a linguagem que (de forma generalizada) “concorda” com seu gênero, e tem gente que gosta de usar pronomes que diferem dos associados com o seu gênero dependendo da sua experiência (muitas vezes podendo ter a ver com a sexualidade também). Cada caso é um caso, cada pessoa é uma pessoa, cada indivíduo tem a sua experiência única com seu gênero e sua expressão vai variando de acordo com isso. Generalizar expressão de gênero (não apenas a linguagem pessoal, mas toda a expressão) de acordo com o gênero em si não é certo.

A gente generaliza linguagem pessoal como “pronomes”, algo que pegamos da anglosfera. Na lingua inglesa, os pronomes são o suficiente pra se referir a alguém. Em português, a gente precisa saber mais. Por isso, em
vez de colocar “ela/dela” como se faz na anglosfera com she/her, colocamos o conjunto APF, uma maneira bem básica de comunicar sua linguagem pessoal. Nele constam três elementos: artigo definido, nosso pronome pessoal reto em terceira pessoa e o “final de palavra”, a desinência ou “flexão de gênero”.

Dessa forma, você coloca por exemplo “a/ela/a”, “o/ele/o”, etc. Os pronomes não devem ser os únicos a serem comunicados porque os neopronomes não possuem artigo e finalização padronizados como ele/ela, e existem pessoas que usam APFs “misturados” (exemplo: “a/ele/e”, como em “a [nome] é legal, ele é linde”, ou mesmo não usar artigo ou desinência, como em “-/ele/-“: “[nome] é legal, ele é lind”). Mesmo que você use os padrões a/ela/a ou o/ele/o, comunique sua linguagem por esse formato, para normalizar o formatoe o ato de checar além dos pronomes, e dar a informação mais completa.

Caso use sua rede social em mais de uma lingua, coloque seus peonomes em todas elas. SEMPRE coloque seus pronomes na língua que você fala. Colocar a informação só em inglês, por exemplo, é desserviço.

Ao comunicar seus pronomes no Twitter, dê preferência para a BIO ou seu NOME, não localização ou site, por questões de acessibilidade. Além disso, coloque na fonte NORMAL do seu celular, não aquelas fontes bonitinhas e arrumadinhas (que muitas vezes não podem ser lidas em outros celulares, por pessoas com peoblemas de leitura e por leitores de tela).

Caso você queira dar um show, você pode colocar sua linguagem pessoal ainda mais detalhada em algum lugar do seu perfil. Seu fixado, um carrd, mural de recados, ou pronouny, por exemplo. As informações principais para você colocar seriam artigo definido e indefinido; contração de + artigo definido; pronome pessoal reto; contração de + pronome pessoal reto; pronome possesivo; pronome demonstrativo e final de palavra/desinência.
Por exemplo: o, um, do, ele, dele, meu, esse, -o.

recursos